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Ressignificador e escrito - João Doederlein (@akapoeta)

  Olá pessoas maravilhosas que acompanham o meu blog, tudo bom?? Hoje, nessa tarde de domingo tediosa, - para mim, pelo menos. Vim trazer o escritor e ressignificador, João Doederlein , do instagram @akapoeta.

  Não sei se todos de vocês já viram no "explorar" do ig de vocês, algumas imagens como se fosse uma palavra e seu significado, porém diferente de como se encontra num dicionário. Isso que ele faz se chama ressignificação. Eu particularmente, amei quando conheci esse projeto dele, as frases são encantadoras, daquelas que você queria ter escrito (meu celular é cheio de prints delas).

  Então vim aqui mostrar para quem não conhece o trabalho desse escritor, vem ver ♥






 Gostaram? Me digam, caso conheçam algum escritor assim, me indiquem! Adoro conhecer novos talentos, um beijo!


Minhas principais metas para 2016

Como todo começo de ano, normalmente, prometemos várias e várias coisas para nós mesmos e na maioria das vezes o resultado é: FAIL. E hoje, eu estou aqui para falar as minhas 5 principais metas que eu quero realizar há MUITO tempo, e esse ano eu estou muito disposta à realizar.
  1 – Emagrecer de 5 a 10 kgs no mínimo.
  Sempre, sempre, desde que eu me conheço por gente, eu quero emagrecer. E sim, já consegui uns quilinhos a menos aqui e outros ali, mas nada perto do meu objetivo.  Então esse ano, eu quero alguma diferença significativa na balança.

2 –
Da o meu melhor para quem dá o seu melhor para mim.
  As vezes, a gente esquece de retribuir todo o amor e carinho que alguém nós oferece na mesma intensidade, e é algo que eu resolvi começar a me dedicar bastante nesse ano.

 3 –
Me dar super bem no primeiro ano na faculdade.
  Melhor do que fazer o que gosta, é saber fazer BEM o que gosta, certo!? Por isso, quero me dar muito bem nesse curso que decidi amar – ah, jornal...


4 –
Ter uma aparência em que eu goste.
  Nunca me dei muito bem com o espelho, mas quando eu consigo é uma felicidade que não cabe  em mim, nesse ano eu quero me sentir totalmente bem comigo.

  5 – Ir morar em Veneza.
  80% de chance de o meu namorado ir morar em Veneza, no finalzinho do ano, e eu só tenho duas escolhas: ficar até terminar a faculdade – ou até eu conseguir ir pra lá – e ver ele duas vezes durante 5 anos ou ir junto, e claro que eu gostaria de ir junto. Afinal, além de ser um lugar maravilhoso pra viver e estudar, eu não quero ficar longe dele.
  E essa foi a última e não menos importante meta. Eu espero no fundo do meu coração conseguir realizar todas, e tenho certeza que muitos de vocês tem várias metinhas, e desejo que vocês realizem todas. Até logo, beijão. 

Terceirão: como é viver o último ano escolar?

                                   
Pode não parecer, mas ao escrever esse post, eu to com uma saudadezinha enorme da minha sala – e faz só um mês! -. Esse post era pra sair quando eu ainda estava em aula, e sim, eu tinha escrito nessa época, mas por circunstancias da vida, só vai ser postado agora... mas vida que segue, né. A parte ruim desse ano, é dar adeus à ele, dar adeus aos amigos, colegas e até aos professores, dar adeus as bagunças, as risadas, confusões e até a maldita química, ah, e claro, adeus até as trocas de olhares com o crush no recreio – meu crush virou meu namorado, obrigada, Deus.
                                           

   Por muitos anos, o que eu mais queria era me livrar daquela escola, do maldito bullying que me acompanhou por muitos anos – assunto para outro post- , mal tinha amigos (as), era super tímida e desastrada. Muitas coisas daí não mudaram, mas por questão de aceitação, se tornaram mais fáceis de contornar. Com os anos você vai percebendo as mudanças em relação à tudo e isso se torna suportável. E isso foi o porquê de agora eu sentir saudades, as pessoas me aceitaram como eu era, o bullying foi diminuindo com os anos e eu criei amizades que eu quero levar por muito tempo. Mas, eu vim aqui falar e preparar quem ainda não terminou a vida escolar, porque essa dorzinha, ai... ela dói.
  Eu esperava muito pelo ano que passou, demais, e a minha antiga escola valoriza muito o último ano escolar, isso torna tudo muito irresistível. Pelo menos um dia no mês tinha a famosa sexta-feira temática, foca nas fotinhos aqui: 
                               
 Nesses dias, a gente aproveitava tudo o que a gente podia da escola, - pra descontar um pouco também todos aqueles anos, né!?. Tinha música, bagunça, dança e ao mesmo tempo o sentimento de “não acabou, mas já to com saudades”. Sem contar o Correio do amor – dia dos namorados-, festa junina, gincana – que depois de quatro anos lutando, conseguimos o primeiro lugar. UH ARREBENTA, EQUIPIMENTA
                                      

  Sem contar que o grande foco é a formatura... ahhhh, a formatura, a tão sonhada e linda formatura. Festa, viagem... qual vai ser? No meu caso, a minha turma não se entendeu com a outra e acabamos numa festinha de aniversário da minha amiga depois da colação, é, a vida tem dessas...
  Depois de mostrar a minha experiência,  eu queria terminar dizendo que sim, é um ano maravilhoso, com muita festa e muita bagunça, e sim, a gente tem que aproveitar cada minutinho desses momentos, porque infelizmente, eles acabam. Eu me arrependo de não ter aproveitado o máximo, mas tirando a parte boa, também é um ano de muita responsabilidade, então, galera, não deixem de estudar só porque é o último ano, porque é pesado pra caramba como todos os outros, principalmente quando entra em jogo teu futuro, não esqueçam do queridinho: ENEM, ele vai te ajudar bastante no futuro. Se divirtam e baguncem o máximo, mas não esqueçam de estudar – eu não gosto muito também, mas sem estudo, vou ser o que, né!?.
  E eu finalizo com essa mensagem do nosso livro do ano...♥


Um ano de blog


  
Dia 29 desse mês, fez um ano que o Radioactive Books está ativo, minha gente! Pra quem não sabe, antes não era esse o nome do blog, até eu encontrar o que for "a minha cara", ainda vai haver mudanças por aqui...
  Esse não é um post para eu receber parabéns ou coisas assim e sim, para eu agradecer à quem sempre dá uma passadinha aqui. Obrigada, gente, sério! Por todo o carinho, os comentários e todas as coisas em relação ao blog.
  Meu blog não é tão atualizado assim, vivo dando desculpas e muitas vezes a criatividade para posts foge de mim e eu me desanimo toda. E mesmo que o blog que não seja conhecido e coisas do tipo e que eu tenha que melhor demais, agradeço por vocês estarem aqui.
  Quem completa um ano é o meu blog, mas quem merece parabéns são vocês, por sempre estarem por pertinho de mim!
  Esse é o meu agradecimento pelos 365 dias de blogsfera. Desejo muito sucesso e felicidade tanto para mim, quanto para todos vocês, meus leitores...♥

Minha bagunça

  Dentro de mim, existem milhares “talvez” e ao mesmo tempo muitos “sim”, dentro de mim tem um abismo de tristeza e outro de felicidade, dentro de mim é choro e confusão, é “vai” e “fica”, tem algo que quer viver tudo o que tem que ser vivido agora e tem uma parte que quer deixar tudo pra depois. Tem aquela parte que te quer mais do que tudo e a outra que quer deixar de te querer mais do que tudo, tem uma que sonha acordada e a outra que acha ridículo o fato de eu sonhar acordada, tem uma querendo ter uma vidinha de princesa e ser feliz para sempre e outra que grita “foda-se” para todas as coisas fúteis do mundo. Tem uma parte que é só amor e outra, que nem sabe o significado de amor. Tem vontade de sentir tudo o que tem que sentir e outra, que não quer sentir nem mesmo um sentimento que possa existir, Acontece que dentro de mim é uma vontade de esquecer e a outra de viver tudo de novo e de novo, dentro de mim tem aquela parte que só eu conheço, aquela de querer que tudo de certo uma vez na vida, mas que no meio de tanta bipolaridade de sentimentos, não faz a mínima ideia de como fazer para conseguir isso. Sempre dizem que nosso corpo é nossa casa, e que podemos fazer o que bem entendemos dele, e a única coisa que eu sei sobre mim é que eu sou uma casa muito bagunçada, tão bagunçada que eu mesmo gosto da bagunça mas ao mesmo tempo, não.

                                               

                                                                                   
              (Veio de um dia tedioso. Minha autoria)

Brasil sim, com muito orgulho e com muito amor.

Acho que nem com todas as palavras do mundo, e nem que eu tivesse o dom de escrever bem, eu poderia expressar todo o sentimento que está dentro de mim. Eu vendo algo em relação a essa perda, eu começo a chorar, não ta fácil, mas lembro que não ta fácil para nenhum de nós brasileiros de verdade, para os que realmente estiveram ao lado do nosso país na vitória ou na derrota. Lembro do choro dos jogadores, aqueles jogadores que de repente, em pouco tempo, se viram perdidos, nós se vimos perdidos, 11 jogadores tentando fazer 200 milhões de pessoas, orgulhosas, felizes, e como o David Luiz disse:

 
Sim, isso foi muito feio, foi algo histórico na história mundial do futebol, e nem em um, dois, quatro anos, e nem daqui a duas ou três copas sera apagado, eu vivi isso, eu vi o meu Brasil perder de 7x1, e isso doeu, doeu muito. Mas eu não desisti, eu tenho orgulho de dizer que do começo ao fim, eu fiquei lá, torcendo, vibrando e acreditando no meu país, no país do futebol. Nosso país não é o melhor e nem chega perto de ser o melhor na educação, na saúde, e em tudo em relação á população. Mas no futebol podemos dizer que a gente vibra, grita, torce e comemora ou chora todo mundo junto. E era isso que eu gostaria de ver hoje.
  Se não é fácil perder uma semi-final, imagina perder uma semi-final em casa, com tantos gols do jeito que tomamos, justamente o país do futebol passar por tudo o que está passando e passou.

  Hoje, eu soube o que o James Rodríguez sentiu, quando a Colômbia foi eliminada, hoje eu vi nos olhos do David, do Oscar, dos jogadores, dos torcedores, a dor que é, ser eliminado. A dor que é tentar e tentar, e não conseguir. Hoje eu vi que temos o melhor jogador do mundo com a gente, aquele que estava lá para apoiar e consolar o James, mas não tinha ninguém para consolar ele.


  Queria muito não estar fazendo esse texto falando o quanto é triste ter que passar por tudo isso, queria muito dizer que estou orgulhosa pelo meu país por ter conseguido ganhar de um time tão forte, mas não, eu estou aqui fazendo esse texto e dizendo que estou orgulhosa sim do meu país, mas por acima de tudo, por não desistir. É na derrota, é na vitória.
  Mas no meio de tanta tristeza, o que eu acho ridículo é como muitos outros que se dizem brasileiros estão sendo, preciso confessar, deu uma tristeza enorme saber que muitos de nós estavam vaiando a nossa seleção, num momento tão crítico, me deu uma tristeza mais enorme ainda saber que muitos colocavam fogo na bandeira sagrada e estão debochando, é algo vergonhoso? Sim, é. Mas para que tudo isso? Não basta apenas se conformar e ver que o nosso país ainda vai passar por muitas outras copas e muitas outras vitórias? Que não foi dessa vez, mas da outra vai ser?

  Eu continuo acreditando no meio disso tudo, e acho que agora, mais do que nunca, devemos se unir e torcermos e apoiarmos mais nos próximos anos. Os jogadores da Colômbia, Costa Rica e outros, quando chegaram ao seus países, estava lá, a população toda aplaudindo e festejando como se eles estivesse ganhado a copa, e a gente? Como estamos? Culpando todos e não fazendo nada para perceber que perder faz parte? Não é assim que deve ser.
 E mesmo com tudo isso, eu continuo admirando muito o meu país, mesmo com esse "vexame", eu espero que um dia David, o cabelo de anjo, chore de felicidade, por ter feito o seu país feliz, como realmente queria. Hoje, ele perde a copa, mas ganha o Brasil inteiro.
Sim, eu sempre fui totalmente apaixonada por esse cara.









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